Divulgada terceira chamada do SISU 2017.2 para vagas na UFCG; confira

Campus da UFCG, em Sumé.

O Sistema de Seleção Unificada (SiSU 2017.2) divulgou nesta segunda-feira (21) mais uma chamada de candidatos aprovados e classificados para os cursos de graduação da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Foram convocados nesta terceira chamada 812 candidatos. Veja aqui o resultado dividido por cursos.

O cadastramento acontecerá nos próximos dias 24 e 25, quinta e sexta-feira, das 8h às 11h30min e das 14h às 17h, na coordenação do curso para o qual o candidato foi classificado. O não comparecimento ou não apresentação da documentação exigida implicará na perda do direito à vaga.

Documentação

Serão exigidos no ato do cadastramento os seguintes documentos: cópias do certificado de conclusão do ensino médio ou curso equivalente, ou diploma de graduação em curso superior, devidamente assinado pelo candidato e pela escola; Identidade; CPF; título de eleitor para os brasileiros maiores de 18 anos, com comprovante de presença na última eleição (1º e/ou 2º turno da eleição de 2014); prova de quitação com o Serviço Militar, para os brasileiros do sexo masculino e maiores de 18 anos; certidão de nascimento ou de casamento e comprovante de residência.

Os candidatos aprovados nas vagas reservadas devem apresentar documentação complementar comprovando ter cursado o ensino médio na rede pública de ensino e apresentar renda familiar per capita. As informações completas constam no edital.

Estão previstas até oito chamadas, conforme a existência de vagas. O início das aulas está previsto para o dia 9 de outubro.

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB