Polícia prende mais de 80 suspeitos e apreende 36 armas de fogo no final de semana

A Polícia Militar concluiu as operações do fim de semana com a prisão e apreensão de 83 suspeitos, 36 armas de fogo e mais de 35 kg de maconha, crack e cocaína, em várias cidades do Estado. Nas ações, que começaram no fim da tarde da quinta-feira (10) e foram até a madrugada desta segunda-feira (14), a PM recuperou 25 veículos roubados na Paraíba e em outros Estados.

As 83 prisões realizadas foram por porte ilegal (21), roubos (19), tráfico de drogas (15), furto (7), homicídio (6) e tentativa de latrocínio (1). Dentro das operações, foram cumpridos 14 mandados de prisão em João Pessoa, Patos, Guarabira, Campina Grande, Bananeiras, Princesa Isabel, Sousa e Jacaraú.

Já em relação às armas, a Polícia Militar apreendeu 17 revólveres, 17 espingardas e duas pistolas em João Pessoa, Pedras de Fogo, Nazarezinho, Alagoinha, Princesa Isabel, Itabaiana, Sapé, Campina Grande, Cabedelo, Juripiranga, Brejo do Cruz, Santa Rita, Triunfo, Bayeux, Sousa, São Mamede, Natuba e Conde.

A PM segue a ocupação de alguns locais considerados quentes, que são os que registraram maiores índices de crimes nos últimos dias, com a saturação das rondas e abordagens em diversos pontos.

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB