Líder do governo em Serra Branca explica denúncia da oposição e mostra que não houve desvio de verba

O vereador e líder do governo, Diógenes Sales, explicou hoje (14) em entrevista ao Jornal do Meio Dia da Serra Branca FM, a denúncia de que a Prefeitura Municipal de Serra Branca, no Cariri, estaria efetuando pagamentos a um pedreiro no valor do salário de um médico. A denúncia foi realizada pela bancada de oposição na última sexta-feira (11) durante a sessão na Câmara Municipal.

De acordo com Diógenes Sales, o que houve foi um erro técnico no empenho da Prefeitura, pois, o pedreiro e o médico possuem o mesmo nome [Edson], o que ocasionou o erro no momento de realizar o empenho. O parlamentar ainda destacou que o pagamento foi, de fato, realizado para o médico que prestou serviços ao município e desafiou a oposição mostrar algum comprovante que demostre a realização do pagamento ao pedreiro e não ao médico.

“Não houve qualquer dano ao erário público municipal. Não houve qualquer má-fé da administração, sendo simples e puramente, um erro formal na nota de empenho e no empenho”, pontuou.

Em relação à atuação da oposição no município, Diógenes Sales, destacou que a bancada fiscaliza demais determinado setor e deixa de fiscalizar outros setores porque beneficia o seu grupo político.

De Olho no Cariri

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB