Imprensa estadual especula rompimento de Ana Lorena e grupo de João Henrique

O possível rompimento político entre a prefeita de Monteiro, Anna Lorena (PSDB), com o deputado estadual João Henrique, e a ex-prefeita Edna Henrique, é o assunto mais comentando nos bastidores da política caririzeira.

Desde o início da gestão, o clima nos bastidores do clã Henrique já não era dos bons, e os primeiros meses de gestão de Lorena de Dr. Chico já não agradava os líderes João Henrique e Edna, mas apenas nos festejos juninos da cidade, o assunto veio a tona.

Desde o mês de junho, o racha dentro do grupo político passou a ser notório e virou assunto em todas rodas de política da cidade, que é conhecida estadualmente por respirar política 24 horas.

O motivo do racha seria a falta de prestígio do clã Henrique, e a independência que Anna Lorena tem assumido como gestora, causando ciúmes na ex-prefeita Edna Henrique. Em eventos institucionais da prefeitura, Lorena tem aparecido apenas com seus auxiliares e vereadores que internamente já declararam que seguem sua orientação política, com uma possível oficialização do rompimento.

Com Polêmica Paraíba

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB