João Henrique desmente rompimento com prefeita Ana Lorena e classifica notícia como “invencionice”

EXCLUSIVO: O deputado estadual João Henrique negou em entrevista concedida ao portal De Olho no Cariri que estaria rompido politicamente com a prefeita de Monteiro, Ana Lorena. O deputado e sua esposa, a ex-prefeita Edna Henrique, foram os principais cabos eleitorais da gestora na última eleição e segundo as informações de bastidores estariam insatisfeitos com a administração de Ana Lorena, seja pelo desprestígio seja pela pouca participação no governo.

O deputado classificou a notícia como “invencionice” e negou qualquer rompimento de sua parte. Para o parlamentar, o que ocorre é que todos pensavam que a prefeita de Monteiro por ter sido eleita com seu apoio e da ex-prefeita Edna seria uma “testa de ferro” sua e isso é engodo da oposição, pois foi ele próprio que deixou a gestora para agir com liberdade à frente da Prefeitura.

“Desde o mês de janeiro, determinei junto a prefeita Edna que dessem liberdade a prefeita para escolher sua equipe, tocar a gestão como quiser e exercer a função para a qual foi eleita. Ninguém imaginava que faria isso e, portanto, estão estranhando nossa relação e alardeando falso rompimento. De nossa parte isso não existe”, afirmou João Henrique.

O deputado justificou ainda sua ausência e da prefeita Edna Henrique em alguns eventos da Prefeitura alegando problemas de agenda. Ele alfinetou ao final que permanece no mesmo lugar em que sempre esteve e que só fará sugestões para a gestão de Ana Lorena “se ela pedir e abrir espaço”.

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB