Racionamento em Campina Grande e mais 18 cidades termina dia 26, anuncia João Azevedo

O secretário de Infraestrutura, Recursos Hídricos, Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia, João Azevedo, anunciou na manhã desta terça-feira (8), que o racionamento de água em Campina Grande e mais 18 cidades termina no dia 26 deste mês.

A crise no abastecimento de água de Campina Grande e de outras 18 cidades no entorno teve início em 2014, com a redução do volume de água do açude Boqueirão, principal reservatório da região.

“Passamos por um momento difícil, mas chegaremos ao nosso objetivo em poucos dias e, a partir do dia 26 de agosto, toda essa área sairá do racionamento”, divulgou João Azevedo.

Com a conclusão do Eixo Leste da transposição do Rio São Francisco, em março deste ao as águas começaram a abastecer o reservatório.

Em março deste ano, a Agência de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa-PB), previa o fim do racionamento para meados de julho, mas a redução da vazão da água da transposição do rio São Francisco  dificultou o fim do racionamento.

Atualmente, de acordo com monitoramento da Aesa, o manancial está com 7,89% de sua capacidade total de armazenamento.

Com ClickPB

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB