Policiais civis recebem treinamento com simulador móvel de tiro em Monteiro

A região da 14ª Delegacia Seccional, com sede em Monteiro, recebe desde esta quarta-feira (2) o simulador móvel de tiro da Academia de Polícia Civil da Paraíba (Acadepol) para o treinamento de 51 policiais civis, entre delegados, agentes de investigação, escrivães e motoristas policiais. A visita faz parte do Programa de Treinamento Regular de Tiro da Polícia Civil.

O stand móvel e itinerante de tiro começou a ser utilizado desde o ano de 2015, quando o simulador foi adquirido por meio de um convênio da Secretaria da Segurança e Defesa Social (Sesds) com a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) do Ministério da Justiça, um investimento de R$ 730 mil que gera uma economia de aproximadamente R$ 699 mil por semestre, pela projeção de disparos utilizando munição real, durante treinamento de policiais. Atualmente, apenas os estados da Paraíba e Santa Catarina dispõem de um stand móvel para capacitação, sendo que na Paraíba existe, além do móvel, o stand fixo, que fica na sede da Acadepol, às margens da PB-008, em Jacarapé.

De acordo com o diretor da Academia, delegado Severiano Pedro, o equipamento já treinou mais de 2500 policiais em todo o Estado e a ideia é que ele passe por diversas cidades, para tornar o treinamento policial uma constante. “Essa prática de tiro foi instituída desde 2012 na Paraíba, com o stand fixo, e vem estabelecendo capacitação contínua do policial civil no uso de sua arma de fogo, mediante agendamento e acompanhamento de um instrutor no acesso aos estandes”, disse. 

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB