AMCAP e comerciantes de Serra Branca farão audiência pública para pedir reabertura do BB

A cidade de Serra Branca é um dos principais polos econômicos e comerciais da região do Cariri. Diariamente, centenas de pessoas de vários municípios para aqui recorrem com objetivo de sacar e depositar valores, fazer compras e executar serviços que geralmente só estão disponíveis em cidades de médio porte.

Após a recente explosão aos Correios e agência do Bradesco, entretanto, a realidade mudou drasticamente. O dinheiro parou de circular, o comércio está mergulhando numa profunda crise e o desemprego já ameaça muitos serra-branquenses.

Bastante prejudicados com a situação, comerciantes de Serra Branca resolveram se unir a AMCAP e aos prefeitos das cidades polarizadas pelo município e nesta sexta-feira, às 10hrs no plenário da Câmara de Vereadores, participarão de uma audiência pública que visa discutir a insegurança na cidade e traçar estratégias para pedir a reabertura da agência local do Banco do Brasil.

Segundo o comerciante Edilmo Lima, o objetivo do encontro é discutir formas de cobrar mais segurança para uma cidade estratégica para o Cariri, como também pedir ao Banco do Brasil que reabra a agência mediante um conjunto de intervenções para garantir seu regular funcionamento.

O prefeito de Gurjão e presidente da AMCAP, Ronaldo Queiroz, disse que para além de Serra Branca, são os populares de várias cidades que a circundam que estão ainda mais prejudicados. Para ele, não é admissível que a população do Cariri precise se deslocar a distâncias tão grandes para ter acesso a transações financeiras.

De Olho no Cariri

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB