Comitiva de Cabaceiras e São Domingos do Cariri vai ao TRE e pede manutenção de sua zona eleitoral

Uma comitiva formada por prefeitos e vereadores de Cabaceiras e São Domingos do Cariri esteve reunida nesta segunda-feira (19), no Tribunal Regional Eleitoral (TRE/PB), em João Pessoa, para defender a permanência do 21ª Zona Eleitoral de Cabaceiras.

Na audiência estavam presentes o prefeito de Cabaceiras, Tiago Castro, o presidente da Câmara de Cabaceiras, Reinaldo Ramos e o vereador Elvis Dôso. São Domingos do Cariri foi representado pela prefeita Inara Marinho, o presidente da Câmara Ananias Ferreira, vereador Jailson Amorim e o secretário Mozar. Quem também esteve presente foi o deputado estadual , Manoel Ludgério.
A comitiva foi recebida pelo presidente em exercício do TRE, Dr. Romero Marcelo. Segundo o presidente da Câmara de São Domingos do Cariri, Ananias Ferreira, o desembargador ouviu atento os argumentos dos municípios assistidos pela zona eleitoral de Cabaceiras e disse que a Corte estuda uma forma de amenizar ao máximo os efeitos da portaria baixada pelo Tribunal Superior Eleitoral.
De acordo com a prefeita Inara Marinho, o presidente do Tribunal Regional Eleitoral recebeu muito bem todos os argumentos dos líderes presentes à reunião e garantiu analisar com atenção o pedido de permanência da zona eleitoral de Cabaceiras. Segundo Inara, Dr. Romero Marcelo afirmou também que ainda que a zona não seja mantida, um posto de atendimento ao eleitor continuará funcionando na Comarca, fazendo com que o eleitor não seja penalizado a ter que percorrer longas distâncias para resolver suas demandas.
De Olho no Cariri

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirou nesta quinta-feira (3) o sigilo de decisão que aponta supostas irregularidades na atuação do ministro André Mendonça na relatoria de processos relacionados às operações Sem Desconto e Compliance Zero.

Moraes encaminhou a decisão e os relatórios de inteligência da Polícia Federal que a fundamentam ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin.

A decisão foi tomada no âmbito do Inquérito 4.781, instaurado em 2019 para apurar notícias fraudulentas, denunciações caluniosas, ameaças e outras infrações contra integrantes do Supremo, além de possíveis esquemas de financiamento e divulgação de fake news em massa nas redes sociais.

Na decisão, Moraes determinou que o conjunto de documentos seja encaminhado a Fachin “para as providências que entender necessárias”. Também determinou que a Procuradoria-Geral da República seja comunicada.

De Olho no Cariri

Com Agência Brasil