Livramentente Eliza Clívia, ex-vocalista da Cavaleiros do Forró morre em grave acidente de carro

Um grave acidente ocorrido no centro de Aracaju deixou dois mortos e outras duas pessoas gravemente feridas. O acidente envolveu o carro que levava a cantora Eliza Clívia, ex-vocalista da banda Cavaleiros do Forró, para algumas entrevistas em programas de rádio e TV.

As informações são de que a colisão ocorreu numa esquina, no centro de Aracaju, e que o veículo Pálio de placas MVG 20 35, licença de Maceió, no qual estavam a cantora Eliza Clívia e integrantes de sua banda, teria invadido a preferencial e se chocado com um ônibus coletivo. Também morreu o namorado da cantora, o baterista de sua banda de nome Sérgio.

Outras duas pessoas que estavam no Pálio ficaram gravemente feridas e foram socorridas e encaminhadas para o Hospital de Urgência de Sergipe.

Uma equipe do 8º BPM, sob o comando do major Ildomário chegou minutos após o acidente e fez a preservação do local para que os bombeiros militares fizessem os resgates das outras vítimas que ficaram gravemente feridas. Duas equipes do Samu estão no local prestando os primeiros socorros aos sobreviventes.

Carreira solo – a cantora Eliza Clívia, que é natural de Livramento no Cariri da Paraíba, foi vocalista das bandas Cavaleiros do Forró e Cavalo de Aço e deixou a Cavalo de Aço para seguir carreira solo recentemente.

Veja como foi a hora da colisão do ônibus com o carro de Eliza Clívia:

De Olho no Cariri
Com informações do ISergipe

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirou nesta quinta-feira (3) o sigilo de decisão que aponta supostas irregularidades na atuação do ministro André Mendonça na relatoria de processos relacionados às operações Sem Desconto e Compliance Zero.

Moraes encaminhou a decisão e os relatórios de inteligência da Polícia Federal que a fundamentam ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin.

A decisão foi tomada no âmbito do Inquérito 4.781, instaurado em 2019 para apurar notícias fraudulentas, denunciações caluniosas, ameaças e outras infrações contra integrantes do Supremo, além de possíveis esquemas de financiamento e divulgação de fake news em massa nas redes sociais.

Na decisão, Moraes determinou que o conjunto de documentos seja encaminhado a Fachin “para as providências que entender necessárias”. Também determinou que a Procuradoria-Geral da República seja comunicada.

De Olho no Cariri

Com Agência Brasil