Decisão da 10ª Copa Cariri de Futsal acontece neste sábado em Sumé

A cidade de Sumé, no Cariri, vai ser “palco” neste final de semana da grande decisão da 10ª Copa Cariri de Futsal. O evento que reúne as equipes de várias cidades do estado vem se firmando como uma das principais competições da modalidade na Paraíba. A disputa decisiva vai ser feita entre as equipes da casa, o Roma e a Ponte Preta e acontecerá às 20h, no Ginásio de Esportes O “Netão”.
Todos os preparativos já estão sendo feito por parte da coordenação do certame. O Coordenador da competição, Damião Lima, destacou que a cidade de Sumé recebeu de ‘braços abertos’ e acolheu fortemente a Copa Cariri de Futsal. E diante disso, já agradece ao Departamento de Esportes de Sumé, que está dando apoio tanto na segurança, quanto na logística, para que assim o ginásio O “Netão”, receba os desportistas e amantes do futsal de todo o Cariri e estado paraibano.
A final da 10ª Copa Cariri de Futsal  fará sua homenagem ao grandioso desportista e professor sumeense, Robson Rafael, que muito contribuiu para o desenvolvimento e crescimento da modalidade do futsal em todo o Cariri paraibano.
Para as equipes campeã e vice, além de troféus e medalhas, serão distribuídos R$ 2.500 em dinheiro, sendo R$ 1,5 mil para o campeão e R$ 1.000 para o segundo colocado, além de premiação para o melhor goleiro (homenagem ao Goleiro Cabaceirense Santos – Atlético PR), melhor jogador e para o artilheiro.
A Coordenação do certame convida todos os desportistas para prestigiarem mais uma finalíssima da competição.
De Olho no Cariri
Com Cariri Esporte

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB