Prefeitura de Serra Branca oferecerá projeto “Acolher” para populares que enfrentam longas filas nos Correios

Com o Banco do Brasil fechado há mais de dois anos, já se tornou uma triste rotina em Serra Branca as longas filas de espera em frente a agência dos Correios, especialmente em dias de pagamento de benefícios sociais, aposentadoria e pensões. As filas tomam conta das calçadas e até de prédios vizinhos e a população chega a esperar um turno inteiro ou mais que isso, sujeita ao sol e a chuva.

De iniciativa do prefeito Vicente Fialho (Sousinha), a Secretaria de Assistência Social desenvolverá o projeto “Acolher”, que oferecerá tendas com serviços de saúde e acolhimento para a população, em especial os idosos, que necessitam ficar nas filas para receber seus vencimentos.

Segundo o secretário de Assistência Social, Aderbal Brito Leka, o projeto funcionará a partir das 6 da manhã durante os dias de pagamentos de aposentados e pensionistas, já começando por este mês de maio.

Com equipe de Apoio da Secretaria de Assistência Social em parceria com as Secretarias de Saúde e Serviços Urbanos, a população terá acesso a café, chá e biscoitos enquanto enfrentam a fila e profissionais da saúde estarão aferindo a pressão dos idosos.

Ainda segundo Leka, o projeto foi criado a partir da preocupação do prefeito Souzinha com as pessoas que ficam durante horas nas filas sem ter um nenhum apoio e sujeita ao sol castigante de uma região semiárida como a nossa.

De Olho no Cariri

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB