UEPB encerra contratos de mais de 400 professores substitutos

Mais de 400 professores substitutos da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) foram desligados da instituição nesta sexta-feira (12). Segundo o reitor Antonio Guedes Rangel Junior, o limite dos prazos dos contratos havia sido planejado para o final do semestre letivo. Os professores da UEPB estão em greve desde 12 de abril.

Ainda de acordo com a reitoria, a Associação de Docentes da universidade (Aduepb) solicitou a continuidade dos contratos e será feita uma consulta ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB) e ao Ministério Público da Paraíba (MPPB) sobre esta possibilidade.

O período letivo 2016.1 da UEPB seria encerrado no dia 10 de maio e o início do período 2017.1 seria no dia 29 de maio, mas após assembleia geral em 6 de abril houve decisão da categoria docente pela paralisação das atividades.

Segundo a assessoria de imprensa da Associação dos Docentes da UEPB, (Aduepb), a pauta da greve inclui a exigência de que o Governo do Estado cumpra o orçamento de R$ 317 milhões; que abra negociações das perdas salariais de professores; contra a portaria da reitoria que limita gastos na instituição; contra a redução de vagas na instituição; e exigindo o cumprimento da lei de autonomia da UEPB.

O reitor Rangel Junior destacou que “os contratos (dos professores substitutos) já haviam sido renovados em sua maioria e há prazos diferentes em todos, em relação à capacidade de renovação. Então, foram todos aditados em novembro de 2016, tendo como limite o final planejado do semestre letivo 2016.2”.

Com G1 PB

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB