Presidente da Câmara se reúne com subcomandante geral da Polícia Militar e recebe garantias de mais segurança em Gurjão

Preocupado com os assaltos que vem ocorrendo no município de Gurjão, no Cariri paraibano, o Presidente da Câmara Municipal, Adailsinho Queiroz, manteve audiência no Comando Geral da Polícia Militar da Paraíba para tratar do assunto.

Adailsinho foi recebido pelo subcomandante geral da PM na Paraíba, Coronel Almeida, que ouviu do parlamentar os relatos dos últimos casos ocorridos no município que tem deixado a população bastante apreensiva.

Coronel Almeida garantiu ao Presidente que o comando geral tomará as devidas providências, inclusive determinando ao 11º Batalhão de Polícia de Monteiro mais efetivo afim de proporcionar um policiamento permanente e eficaz no município.

Adailsinho Queiroz, revelou que o encontro foi bastante positivo porque o comando se sensibilizou com a situação de Gurjão e agora tomará as medidas cabíveis. O presidente ainda disse que sua função não será apenas conduzir os trabalhos legislativos da Câmara Municipal, mas também de atuar para resolver qualquer tipo de problema que venha atingir a população do município.

APOIO A GREVE GERAL

O Presidente da Câmara, Adailsinho ainda determinou a adesão a greve geral nesta sexta-feira (28) e todos os servidores da instituição estarão de greve em protesto contra a reforma trabalhista e da previdência. Não haverá sessão na Câmara Municipal.

 

De Olho no Cariri

Com Paraíba Mix

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB