Governo investe mais de R$ 2 milhões em projetos de mulheres rurais na Paraíba

Com 22 projetos produtivos de mulheres apoiados na zona rural da Paraíba, o Projeto de Desenvolvimento Sustentável do Cariri, Seridó e Curimataú (Procase) já investe mais de R$ 2 milhões no fortalecimento de atividades como a caprinocultura, fruticultura e artesanato, presentes em vários municípios paraibanos. Estes investimentos vêm beneficiando diretamente mais de 350 mulheres e seus familiares em todos os territórios de atuação do projeto.

O Procase é um projeto do Governo do Estado da Paraíba presente em 56 municípios paraibanos nas regiões do Cariri, Seridó, Curimataú e Sertão. É financiado pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida), em parceria com o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA). Ao todo serão investidos cerca de 49 milhões de dólares.

A ação do Procase junto às mulheres da zona rural está documentada em reportagem em audiovisual na qual são mostrados vários resultados positivos deste investimento do Projeto na Paraíba. A equipe percorreu os cinco territórios de atuação do Procase e conversou com mulheres que, com o apoio do Projeto, vêm fazendo a diferença na região semiárida da Paraíba. A reportagem é assinada pelo jornalista Diovanne Filho, e conta com as imagens e edição do cinegrafista e radialista Niaranjan do Ó.

A reportagem está disponível nos sites do Procase e Procase Mulher , no canal do Procase na Internet e na fanpage oficial do Projeto, além das plataformas virtuais do Governo do Estado da Paraíba.

De Olho no Cariri

Com Secom

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB