Belo vence Atlético fora de casa e abre ampla vantagem nas semifinais do Paraibano

O jogo era em Cajazeiras, no Sertão, a 468 km de João Pessoa, mas o Botafogo-PB se sentiu em casa. No estádio Perpetão, o Belo não teve dificuldades para vencer o Atlético-PB por 3 a 0 no primeiro jogo das semifinais do Campeonato Paraibano 2017.

Com mais posse de bola, o Botafogo-PB chegou com perigo pela primeira vez aos 21 minutos, quando Marcinho foi da esquerda cortando para o meio, passou por dois marcadores e chutou de pé direito da entrada da área, mas o goleiro Gerson caiu no canto direito para fazer a defesa.

Soberano no primeiro tempo, o Belo só conseguiu transformar a superioridade em gol aos 45 minutos. Lito avançou bem pela direita e tocou para Rafael Oliveira, que da marca do pênalti bateu de pé esquerdo e estufou a rede para abrir o placar.

Sem reação atleticana na segunda etapa, o Belo ampliou o marcador aos 25 minutos. Fernandinho cobrou falta do lado esquerdo e Wanderson, que substituiu Rafael Oliveira, subiu mais que todo mundo para mandar de cabeça no canto direito, marcando o segundo gol do jogo.

E ainda deu para fazer o terceiro. Aos 42 minutos, o Botafogo-PB recuperou a bola na intermediária, Wanderson recebeu, avançou em velocidade, entortou o zagueiro, invadiu a área e bateu firme, de pé direito, no ângulo esquerdo do arqueiro cajazeirense, marcando o terceiro do time da Capital.

A vitória por 3 a 0 dá ao Botafogo-PB a possibilidade de perder por até 3 gols de diferença no domingo (23) para avançar para as finais. O jogo de volta contra o Atlético de Cajazeiras será às 16h, no estádio Almeidão, em João Pessoa.

Com A Voz da Torcida

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB