Professores da UFPB e UFCG iniciam assembleias para debater paralisação

Os professores da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) se reúnem nesta terça-feira (18) e quarta-feira (19) em Assembleia para definir se aderem à Greve Geral dos Trabalhadores no dia 28 de abril. Hoje a assembleia acontece nos campi de Bananeiras e Areia e amanhã, em João Pessoa.

Em Bananeiras, a assembleia está marcada para 9h e, em Areia, para 15h. Nos dois locais ela será realizada na sede das respectivas secretarias adjuntas da ADUFPB. Em João Pessoa, os debates ocorrerão a partir das 10h, no auditório do prédio da Reitoria, e reunirá também os docentes do campus Litoral Norte.

A Greve Geral dos Trabalhadores no dia 28 de abril foi convocada pelas centrais sindicais, entre elas a CSP-Conlutas, e conta com o apoio e adesão do Andes – Sindicato Nacional. O movimento é contrário às propostas de Reforma Trabalhista e Previdenciária feitas pelo governo Temer.

A Assembleia dos professores da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) acontecerá na próxima segunda-feira (24) também para definir se a categoria adere à paralisação de atividades.

 

Com ClickPB

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB