Sala de Situação Estadual registra 1149 denúncias de focos do mosquito Aedes aegypti

aedesA Secretaria de Estado da Saúde (Ses) divulgou, nesta quinta-feira (28), os dados referentes ao trabalho realizado na Sala de Situação Estadual. De dezembro de 2015 até abril de 2016, foram registradas 1149 denúncias da população de 55 municípios sobre possíveis focos do mosquito Aedes aegypti , transmissor da dengue, zika, chikungunya.  As denúncias chegam à Sala pela central de atendimento, redes sociais e pelo aplicativo Aedes na Mira.

A Sala de Situação funciona no Espaço Cultural, de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h30, com a presença de representantes da Gerência de Vigilância Ambiental da SES; Defesa Civil; Polícia Militar; Exército Brasileiro e Corpo de Bombeiros. Das 1149 denúncias, 919 foram por meio do aplicativo Aedes na Mira; 81 pelo telefone fixo; 74 via central de atendimento; 37 por celular; 29 pelo whatsapp; seis por email e três por redes sociais.

Quanto ao tipo de denúncia, 372 foram referentes a lixo; 237 de depósitos ao nível do solo (copo, tampa, sacola plástica, bacia, tambor, balde, etc); 189 de caixa d’água elevada; 148 de depósito natural (plantas, folhas, troncos); 116 relacionadas a pneus e 87 referentes à depósito doméstico.

Segundo a técnica responsável pela Sala de Situação, Talitha Lira, continua o trabalho junto à população, com foco na prevenção e a eliminação dos criadouros do mosquito. “A gente foca muito na questão de que a responsabilidade é de todos. O poder público faz a sua parte, mas cada cidadão tem que fazer a sua também. E sempre batemos na tecla de que a melhor forma de evitar todas as doenças provocadas pelo mosquito é fazer de tudo pra que ele não nasça. Caso contrário, fica uma guerra desigual”, falou.

Além do Aedes na Mira, as denúncias podem ser registradas por meio da central de atendimento, pelos números 3218-7303/ 7603/7713 e 0800-281-0023 e 9-8822-8080.

 

De Olho no Cariri

Com Secom

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A Polícia Civil da Paraíba cumpriu, na tarde desta terça-feira (22), um mandado de prisão definitiva contra um homem condenado a 12 anos de reclusão, em regime fechado, pelo crime de estupro de vulnerável contra a própria filha, que tinha 12 anos à época dos fatos.

A prisão foi realizada por volta das 15h, em um sítio na zona rural de Pedras de Fogo, pela equipe da Delegacia de Polícia Civil do município. Após localizar o condenado e confirmar a ordem judicial, os policiais cumpriram o mandado expedido pela Vara Única de Pedras de Fogo, do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB).

De acordo com o processo, o crime ocorreu em novembro de 2019, na residência da família. Segundo os autos, o homem teria praticado atos de natureza sexual contra a filha e feito ameaças para que ela permanecesse em silêncio.

O caso veio à tona cerca de um ano depois, quando familiares perceberam mudanças no comportamento da vítima. Durante a investigação e o processo judicial, os relatos da adolescente e depoimentos de familiares foram considerados na apuração dos fatos e na formação das provas que resultaram na condenação.

A sentença foi fundamentada no artigo 217-A do Código Penal, que trata do crime de estupro de vulnerável. Após o cumprimento do mandado, o condenado foi encaminhado para os procedimentos legais e permanece à disposição da Justiça para o cumprimento da pena.

De Olho no Cariri

Com Blog do Márcio Rangel