PF cumpre ação para investigar uso de identidades falsas em cadastros eleitorais, na Paraíba

A Polícia Federal da Paraíba deflagrou, na manhã desta quarta-feira (23), uma operação para investigar suspeitos de utilizar identidades falsas na realização de inscrições fraudulentas em cadastros eleitorais.

A ação, denominada “Operação Heteronômio”, cumpre mandado de busca e apreensão na cidade de Cabedelo, Região Metropolitana de João Pessoa. Os mandados foram expedidos pelo Juízo das Garantias do Núcleo II da Justiça Eleitoral.

Os exames de impressões digitais confirmaram que, aproximadamente, 11 registros de identificação, com diferentes nomes e dados pessoais, pertenciam ao mesmo indivíduo.

Entre as identidades falsificadas, uma delas foi apontada como a provável identidade verdadeira do suspeito.

Também foram identificadas três inscrições eleitorais sob suspeita de fraude, vinculadas a diferentes identidades, nas zonas eleitorais de Santa Rita, Benevides-PA e Brasília-DF.

De Olho no Cariri

Com Portal Correio

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri