Apostas de Monteiro e Serra Branca acertam Quadra e Mega acumula em R$ 165 milhões

Trinta e duas apostas realizadas na Paraíba acertaram quatro números no Concurso 3041 da Mega Sena e cada uma vai receber a quantia de R$ 1.110,41. O Sorteio foi realizado na noite desta quinta-feira (7), no Espaço da Sorte, em São Paulo.

Os números sorteados foram: 16, 21, 24, 31, 43 e 54.

As apostas premiadas na Paraíba foram realizadas em Borborema (1), Campina Grande (4), Catolé do Rocha (1), Conde (1), Esperança (1), Guarabira (2), Jacaraú (1), João Pessoa (15), Monteiro (1), Remígio (1), Santa Rita (1), São Bento (1), Serra Branca (1) e Sousa (1).

Ninguém acertou as seis dezenas e o prêmio principal acumulou em R$ 165 milhões no próximo sábado (8).

A Caixa Econômica Federal informou que 88 apostas acertaram cinco dezenas e cada uma vai embolsar a bagatela de R$ 52.843,18.

Já 6.903 conseguiram somar quatro números  ganhando  R$ 1.110,41 cada uma.

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri