11º Batalhão de Polícia Militar garante segurança durante os festejos juninos no Cariri paraibano

O 11º Batalhão de Polícia Militar atuou em 161 eventos realizados ao longo do mês de junho, garantindo a segurança da população em 17 municípios de sua área de atuação. E com destaque para os 05 dias do São João de Monteiro que é o evento mais tradicional da região.

Graças aos planejamentos de emprego dos policiamentos e ao empenho e dedicação dos oficiais e praças deste batalhão, as festas, pelo 3º ano consecutivo, tiveram praticamente ZERO ocorrências relacionadas aos eventos.

O sucesso na segurança dos eventos, que foram bastante tranquilos e seguros, deve-se ao compromisso de todos que fazem o 11º BPM, na garantia da segurança pública na região do Cariri, e ao trabalho integrado entre as forças de segurança – Polícia Civil e Bombeiros Militares – e as gestões municipais.

Desta forma, o Comandante do 11º BPM, o Tenente-Coronel Tavares, agradece à toda sua tropa pela dedicação e empenho nas atividades de policiamento durante esse período festivo, profissionalismo que já lhe é inerente.

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri