Operação Festejos Juninos reforça policiamento em três cidades do Cariri paraibano

O 18º Batalhão de Polícia Militar deu continuidade, neste domingo (21), à Operação Festejos Juninos, com a realização de ações de policiamento ostensivo e preventivo em eventos promovidos nos municípios de Boqueirão, Caturité e São Domingos do Cariri.

A presença das equipes policiais teve como objetivo reforçar a segurança dos participantes, prevenir ocorrências e assegurar a manutenção da ordem pública durante as festividades juninas e atividades culturais realizadas nas três cidades.

Segundo a PM, o trabalho foi desenvolvido em pontos estratégicos dos eventos, garantindo maior tranquilidade para moradores, visitantes e organizadores durante a programação.

A Operação Festejos Juninos segue sendo executada em toda a área de atuação do 18º BPM, com reforço do efetivo e ações voltadas à prevenção de crimes e à preservação da segurança pública durante o período das comemorações tradicionais do mês de junho.

De Olho no Cariri

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O ex-governador da Paraíba e candidato a deputado federal Ricardo Coutinho (PT) afirmou – nesta segunda-feira (24) – que não pretende alterar a programação de campanha após um homem ser preso armado durante a inauguração de seu comitê, no bairro dos Bancários, em João Pessoa.

O episódio aconteceu na última sexta-feira (21), quando o suspeito foi detido portando uma arma nas proximidades do evento. Após o caso, Ricardo afirmou que passou a adotar medidas adicionais de segurança para ele e seus familiares, mas não pretende interromper as atividades eleitorais.

“Desde sexta, naturalmente, eu passei a tomar mais precauções. Não vou dizer quais, mas as precauções estão tomadas e minha família também é protegida, claro que é o principal para mim. E eu não vou abrir mão de continuar professar aquilo que eu acredito”, declarou.

O candidato também criticou a decisão da juíza de plantão que determinou a liberação do homem após a prisão e levantou questionamentos sobre as circunstâncias do episódio.

Ricardo afirmou que considera necessário esclarecer se a presença do suspeito armado no local foi uma iniciativa individual ou se teria ocorrido algum tipo de orientação ou motivação externa.

“Se é um ato isolado, foi mandado. Por que ele estava transmitindo para grupos de WhatsApp? Se foi mandado, foi mandado por quem?”, questionou.

O ex-governador também defendeu que o conteúdo do celular do homem seja analisado para esclarecer eventuais contatos e mensagens que possam contribuir para a investigação.

“Ou seja, o que é que tinha dentro do celular? Tem algum contato, tem alguma mensagem?”, acrescentou em entrevista à rádio Correio FM.

Com PB Agora