Após denúncia anônima, mulher é presa com 40 litros de “loló” em Pocinhos

Uma mulher foi presa em flagrante com 40 litros de “loló” na cidade de Pocinhos, nessa sexta-feira (19). A prisão foi realizada pela Polícia Civil após uma denúncia anônima.

De acordo com a polícia, a denúncia apontava para a prática de tráfico de drogas em uma residência localizada no Centro de Pocinhos. Durante as averiguações, os policiais localizaram, no interior do imóvel, dois recipientes contendo grande quantidade da substância ilícita.

“O material apreendido, totalizando cerca de 40 litros, foi recolhido e encaminhado para os procedimentos periciais”, informou a polícia em nota.

A mulher, de 31 anos, foi presa em flagrante pelo crime de tráfico de drogas e conduzida à Delegacia de Polícia Civil, para ficar à disposição da Justiça.

De Olho no Cariri

Com MaisPB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri