Caiado diz que Pedro dará palavra final sobre palanque na PB: ‘Seguirei o que ele definir’

O pré-candidato à Presidência da República pelo PSD e ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, afirmou que a definição de seu palanque na Paraíba ficará sob a responsabilidade do presidente estadual do partido, o ex-deputado federal Pedro Cunha Lima.

“Quem construirá o palanque do Ronaldo Caiado será o presidente do PSD na Paraíba, Pedro Cunha Lima. Seguirei aquilo que ele definir como sendo nosso caminho no estado”, disse Caiado nesta sexta-feira (12), durante entrevista à CBN Paraíba.

O pré-candidato também afirmou que na política “não se passa o carro à diante dos bois” e “jamais tem a pretensão de poder fazer qualquer ação que não seja coordenada por quem tem a presidência do PSD na Paraíba”.

Na Paraíba, o PSD integra a aliança com o MDB de Cícero Lucena. Na chapa para a disputa pelo Governo do Estado, o partido indicou o Diogo Cunha Lima para a vaga de vice. Cícero, no entanto, ainda não definiu o posicionamento na disputa presidencial.

Com MaisPB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) lançou a campanha Todos contra o VSR – Proteção desde o Início. O objetivo é ampliar o conhecimento de gestantes e da população sobre a importância da imunização contra o vírus sincicial respiratório (VSR), bem como fortalecer o conhecimento dos profissionais da saúde a respeito do tema.

Segundo a entidade, o VSR é responsável por 80% dos casos de bronquiolite e até 60% das pneumonias em menores de dois anos. De acordo com o Ministério da Saúde, foram confirmados este ano 21.398 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pelo vírus, dos quais 246 resultaram em mortes. A faixa etária de menores de dois anos é a mais afetada: 17.081 casos e 109 mortes.

De acordo com a coordenadora da campanha e diretora da SBIm, Isabella Ballalai, a imunização contra o VSR é essencial para resguardar os bebês nos primeiros meses de vida, quando o risco é maior.

Nesse sentido, há dois recursos à disposição. O primeiro é a vacinação da gestante, que transferirá os anticorpos produzidos para o feto e o protegerá já na primeira semana de vida.

“A partir do nascimento, crianças menores de dois anos podem se beneficiar dos anticorpos monoclonais, em especial prematuros e outros grupos de risco”, a médica.

Com Agência Brasil