O ex-ministro da Saúde e pré-candidato ao Senado pelo PL, Marcelo Queiroga, afastou, nesta sexta-feira (12), a possibilidade de aliança com o partido Novo nas eleições deste ano. Para ele, a união “não agrega”. A legenda, porém, chegou a cogitar o nome do Major Fábio (Novo) para segunda vaga de senador da chapa majoritária da sigla bolsonarista.
“É uma aliança que do ponto de vista prático não agrega. Não tem nem tempo de televisão, nem fundo eleitoral. Então tem que se avaliar sobre esse aspecto, mas no fim do dia quem decide é o eleitor”, avaliou o ex-ministro em entrevista ao Sistema Correio.
Ao justificar seu entendimento, Queiroga citou dois motivos que “impedem” a parceria do PL com o Novo: os ataques do presidenciável Romeu Zema (Novo) a Flávio Bolsonaro (PL) e as “falas” preconceituosas do ex-governador de Minas em relação ao Nordeste.
“O Major Fábio é um companheiro, nós respeitamos, mas ele é de outro partido. É do partido Novo, cujo o pré-candidato a presidência [Romeu Zema] tem atacado o senador Flávio de maneira desarrasoada. Esté um ponto, sem contar uma das falas do governador Zema ao Nordeste. É preciso deixar bem claro isso”, complementou Marcelo Queiroga.
Com MaisPB












