Paraíba tem 431 candidaturas registradas para as Eleições 2026

A Paraíba tem 431 candidaturas registradas para disputar as Eleições em outubro de 2026. O prazo para os partidos políticos, federações e coligações concluírem os registros terminou no sábado (15).

O  Governo do Estado tem seis postulantes: Lucas Ribeiro (Progressistas), que disputa à reeleição, Cícero Lucena (MDB), Efraim Filho (PL), Camilo Duarte (PCO), Pedro Coutinho (DC) e Yuri Ezequiel (UP).

Já dez candidatos postulam uma das duas vagas oferecidas para o Senado: Adriano Trajano (PCO), André Gadelha (MDB), Marcelo Queiroga (PL), João Azevêdo (PSB), João Batista (UP), Major Fábio (Novo), Nabor Wanderley, Rinaldo Júnior (DC), Rosilene Santana (UP) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB).

Outros 11 concorrem como 1º suplente e 11 como 2º suplente. Seis são candidatos a vice-governador.

Já 180 candidatos pleiteam uma das 13 vagas na Câmara Federal e 207 para buscam uma das 37 vagas na Assembleia Legislativa.

MaisPB

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil