PRF apreende carro furtado e prende motorista com veículo clonado, em Soledade

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu um carro com registro de furto e placas clonadas durante uma fiscalização na BR-230, no município de Soledade, no Curimataú paraibano. A ação aconteceu na tarde da última terça-feira (19).

Segundo a PRF, os policiais abordaram um veículo Corsa vermelho e perceberam que havia irregularidades nos sinais identificadores do automóvel. Após uma vistoria mais detalhada, foi descoberto que o carro era furtado desde dezembro de 2024, na cidade de Juazeirinho, e circulava com placas clonadas de outro veículo parecido.

O motorista, de 30 anos, contou aos policiais que comprou o carro há cerca de um ano através de um anúncio em rede social. Ele afirmou que pagou R$ 10,5 mil pelo automóvel, sendo parte em dinheiro e parte por pix.

Mesmo alegando não saber da irregularidade, o homem foi detido por conduzir veículo com sinais adulterados, crime previsto no Código Penal.

O suspeito e o carro recuperado foram levados para a Delegacia de Polícia Civil de Soledade, onde o caso será investigado e o veículo deverá ser devolvido ao verdadeiro dono.

DE OLHO NO CARIRI

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri