Prefeitura paraibana lança edital de concurso com quase 100 vagas e salários de até R$ 14 mil

A Prefeitura de Aroeiras, no Agreste da Paraíba, publicou, nesta quinta-feira (23), um edital de concurso com 99 vagas para cargos de níveis fundamental, médio, técnico e superior. Os salários variam de R$ 1.621 a R$ 14 mil. Veja distribuição das vagas mais abaixo.

Os candidatos interessados podem se inscrever a partir de sexta-feira (24), por meio do site da banca organizadora do concurso, a Fundação Vale do Piauí (Funvapi). O prazo de inscrição se encerra em 24 de maio.

As taxas de inscrição variam de acordo com o nível do cargo pretendido, sendo R$ 53,70 para o nível fundamental, R$ 63,70 para o médio e R$ 103,70 para o superior. O pagamento da taxa poderá ser feito até 25 de maio.

Os candidatos inscritos no CadÚnico (hipossuficientes), doadores de medula óssea e doadores regulares de sangue poderão solicitar a isenção da taxa. Para esses casos, o pedido de isenção poderá ser feito entre os dias 24 e 27 de abril.

Os candidatos podem consultar o edital publicado no site da banca organizadora, que detalha os critérios de seleção, data, horário da prova objetiva e exigências para os cargos.

Vagas disponíveis

  • Professor de Ensino Fundamental I (1º ao 5º Ano e Educação Infantil): 10 vagas
  • Assistente Social: 2 vagas
  • Cirurgião Dentista: 2 vagas
  • Enfermeiro: 2 vagas
  • Fonoaudiólogo: 2 vagas
  • Arquiteto: 1 vaga
  • Analista de Comunicação Social: 1 vaga
  • Advogado do CREAS: 1 vaga
  • Biomédico Plantonista: 1 vaga
  • Endodontista: 1 vaga
  • Enfermeiro Plantonista: 1 vaga
  • Engenheiro Agrônomo: 1 vaga
  • Farmacêutico Plantonista: 1 vaga
  • Médico Cardiologista: 1 vaga
  • Médico Clínico Geral: 1 vaga
  • Médico Endocrinologista: 1 vaga
  • Médico Neurologista: 1 vaga
  • Médico Pediatra: 1 vaga
  • Médico Radiologista: 1 vaga
  • Médico Urologista: 1 vaga
  • Médico Veterinário: 1 vaga
  • Nutricionista: 1 vaga
  • Professores de Ensino Fundamental II – Língua Portuguesa: 1 vaga
  • Professores de Ensino Fundamental II – Matemática: 1 vaga
  • Professores de Ensino Fundamental II – Educação Física: 1 vaga
  • Professores de Ensino Fundamental II – História: 1 vaga
  • Professores de Ensino Fundamental II – Geografia: 1 vaga
  • Professores de Ensino Fundamental II – Ciências: 1vaga
  • Professores de Ensino Fundamental II – Inglês: 1 vaga
  • Professores de Ensino Fundamental II – Artes: 1 vaga
  • Professores de Ensino Fundamental II – Ensino Religioso: 1 vaga
  • Professores de Ensino Fundamental II – Espanhol: 1 vaga
  • Professores de Ensino Fundamental II – Ética: 1 vaga
  • Psicólogo Educacional: 1 vaga
  • Psicólogo: 1 vaga
  • Psicopedagogo: 1 vaga
  • Terapeuta Ocupacional: 1 vaga

Nível Médio e Técnico

  • Agente Administrativo: 4 vagas
  • Agente Comunitário de Saúde (ACS): 3 vagas (sendo 01 para o Bairro Torres, 01 para o Conjunto CEHAP e 01 para o Sítio Ponciano)
  • Fiscal de Vigilância Sanitária e Ambiental: 1 vaga
  • Mecânico: 1 vaga
  • Técnico de Laboratório: 1 vaga
  • Técnico do Trabalho: 1 vaga
  • Técnico em Radiologia: 1 vaga

Nível Fundamental (Incompleto)

  • Auxiliar de Serviços Gerais: 20 vagas
  • Auxiliar de Serviços Gerais (Limpeza Urbana): 10 vagas
  • Motorista Categoria B: 2 vagas
  • Motorista Categoria D: 2 vagas
  • Motorista de Transporte Escolar: 2 vagas
  • Operador de Máquina Motoniveladora: 1 vaga

Etapas do concurso

O certame será feito em duas etapas. A primeira será a prova objetiva, que deve ser feita por todos os candidatos. Já a segunda etapa será a prova de títulos, fase específica para os candidatos às vagas para professor.

Concurso da Prefeitura de Aroeiras

  • Vagas: 99 vagas
  • Nível: nível médio, técnico e superior
  • Salário: R$ 1.621,00 a R$ 14 mil
  • Inscrições: 24 de abril a 24 de maio
  • Provas objetivas: 14 de junho de 2026
  • Resultado final: 16 de julho de 2026
  • Edital do Concurso da Prefeitura de Aroeiras

Com Jornal da Paraíba

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O Ministério da Justiça e Segurança Pública demitiu o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal, por abandono de cargo. 

A decisão, publicada na edição desta segunda-feira (21) do Diário Oficial da União, tem como base processo administrativo disciplinar que concluiu pela ocorrência de faltas injustificadas por período superior a 30 dias consecutivos.

Segundo a portaria, a demissão teve por base a Lei nº 15.047, de 2024, que prevê a penalidade para casos de abandono de cargo. 

Eduardo Bolsonaro integrava o quadro de pessoal da Polícia Federal e estava afastado da função para exercer mandato eletivo na Câmara dos Deputados.

Perda do Mandato

Eduardo Bolsonaro deixou o Brasil em março de 2025 para morar nos Estados Unidos. Eleito deputado federal por São Paulo pela primeira vez em 2014, Eduardo teve o último mandato cassado em dezembro de 2025 por ausência em sessões deliberativas da Câmara.

Após a cassação, a Polícia Federal publicou ato declarando o fim do afastamento para exercício de mandato eletivo, com efeitos retroativos a 19 de dezembro de 2025, e determinou seu retorno imediato às atividades como escrivão.

Atuação nos EUA

Além do processo administrativo que resultou em sua demissão da Polícia Federal, Eduardo Bolsonaro responde a ações judiciais relacionadas à atuação política no exterior. Entre as medidas, estão as tarifas sobre produtos brasileiros, a revogação de vistos de autoridades brasileiras e a aplicação de sanções econômicas previstas na Lei Magnitsky. 

Segundo o STF, as iniciativas buscavam pressionar instituições brasileiras e interferir no andamento das investigações e processos judiciais.

Em setembro de 2026, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o ex-deputado a quatro anos e dois meses de prisão, em regime semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo. A Primeira Turma rejeitou por unanimidade recurso do ex-deputado no dia 18 de setembro.

O placar da votação foi de 4 votos a 0. 

Na mesma decisão, o colegiado determinou a inelegibilidade de Eduardo Bolsonaro por oito anos e a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal.

Por unanimidade, os ministros acompanharam o entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR) de que o ex-parlamentar atuou para estimular sanções e medidas adotadas pelos Estados Unidos contra o Brasil com o objetivo de influenciar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no processo que apura a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Agência Brasil