Filhos do ex-presidente Fernando Henrique conseguem na Justiça a interdição do ex-presidente

A Justiça de São Paulo decidiu, nesta quarta-feira (15), pela interdição do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, de 94 anos, atendendo a um pedido apresentado por seus filhos. A medida ocorre em razão do agravamento de seu estado de saúde, associado ao avanço da doença de Alzheimer.

Segundo informações publicadas pelo jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, a solicitação foi feita por Paulo Henrique, Luciana e Beatriz Cardoso, filhos do ex-presidente. A decisão judicial estabelece que Paulo Henrique assumirá a função de curador provisório do pai.

Com a interdição, Paulo Henrique passa a ser o responsável legal pelos atos civis de Fernando Henrique Cardoso, incluindo a administração de sua vida financeira e patrimonial. Na prática, essa função já vinha sendo exercida por ele anteriormente, conforme relatado no processo.

O pedido judicial foi protocolado com a assinatura dos advogados Caetano Berenguer, Fabiano Robalinho e Henrique Ávila, do escritório Bermudes Advogados. A petição inclui um laudo médico recente que atesta o estado de saúde do ex-presidente.

Fernando Henrique Cardoso, que governou o Brasil entre 1995 e 2002, foi o primeiro presidente da República a conquistar a reeleição por voto direto, em 1998. Nos últimos anos, sua condição de saúde tem sido acompanhada com discrição pela família.

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O projeto “O Mágico de Oz na Escola do Campo: uma leitura em três atos”, desenvolvido em Boa Vista, conquistou o 1º lugar na 3ª Gerência Regional de Educação e foi apresentado durante o III Seminário de Boas Práticas – Territórios que Alfabetizam, promovido no âmbito do programa Alfabetiza Mais Paraíba, do Governo do Estado.

A iniciativa foi idealizada pela professora Albaneide, com a participação dos alunos do 4º ano da Escola Municipal Severino Tavares da Silva, localizada na comunidade Cacimba Nova. Inspirado na obra O Mágico de Oz, o projeto utilizou a literatura como ferramenta para estimular a leitura, a escuta, a inclusão e o desenvolvimento das práticas pedagógicas.

A proposta envolveu estudantes, equipe escolar, pais, Secretaria Municipal de Educação e gestão municipal, fortalecendo a participação da comunidade no processo de aprendizagem e demonstrando a importância de estratégias educativas que aproximam o conhecimento da realidade dos alunos.

De Olho no Cariri