Homem portando simulacro e faca é preso suspeito de ameaçar Ricardo Coutinho em ato

Um homem identificado como Romero Andrade foi preso, na noite desta sexta-feira (21), após ameaçar o ex-governador Ricardo Coutinho (PT), pré-candidato a deputado federal, durante um ato político no bairro dos Bancários, em João Pessoa. O acusado, que foi detido por um policial de folga, estava com um simulacro e uma faca.

Antes das ameças, o suspeito xingou Ricardo por várias vezes enquanto o ex-governador discursava para apoiadores no evento. O acusado ainda agrediu alguns militantes que estavam no local. Um deles ficou ferido.

Depois do ocorrido Ricardo Coutinho se dirigiu à Cidade da Polícia, no bairro do Geisel, onde prestou depoimento ao delegado plantonista. O policial que conseguiu deter o acusado e mais duas testemunhas também foram ouvidas.

Romero Andrade, suspeito do crime, segue detido na carceragem da Cidade da Polícia e aguarda audiência de custódia. O advogado do acusado, Ayrllan Rodrigues, alegou que o seu cliente havia ido ao ato político como “um cidadão comum” e negou o uso dos armamentos que estava portando no momento do ocorrido.

De Olho no Cariri

Com MaisPB

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil