Padre Fabrício Timóteo é confirmado como primeira atração dos 67 anos de Serra Branca

A programação comemorativa pelos 67 anos de emancipação política de Serra Branca, no Cariri paraibano, já começa a ganhar forma e emoção.

A primeira atração confirmada para as festividades é o carismático Padre Fabrício Timóteo, sacerdote conhecido por reunir multidões em celebrações marcadas por momentos de fé, oração e espiritualidade.

Reconhecido em diversas regiões do Nordeste por sua atuação evangelizadora, Padre Fabrício tem se destacado pelas missas campais, encontros de oração e eventos religiosos que mobilizam milhares de fiéis. Sua missão pastoral ultrapassa os templos e também alcança grande público nas redes sociais, onde compartilha mensagens de esperança, aconselhamento e fortalecimento da fé.

Natural da Paraíba e com uma trajetória marcada pela dedicação à evangelização, o sacerdote se tornou uma das referências religiosas mais populares do estado, levando sua palavra a cidades de diferentes regiões do país.

O prefeito Alexandre destacou a alegria em confirmar a presença do sacerdote na programação deste ano. Segundo ele, o convite ao Padre Fabrício já vinha sendo articulado anteriormente. “É uma alegria muito grande poder confirmar a presença do Padre Fabrício Timóteo em Serra Branca. No ano passado já tivemos tratativas para trazê-lo à nossa cidade, mas infelizmente não foi possível concretizar naquele momento. Este ano conseguimos viabilizar, atendendo a um pedido muito grande da nossa população, que tem um carinho enorme pelo trabalho de evangelização que ele realiza. Tenho certeza de que será um momento muito especial para todos”, afirmou o gestor.

Nas próximas semanas, a Prefeitura de Serra Branca deverá continuar divulgando a programação completa das festividades, incluindo outras atrações culturais, religiosas e musicais que farão parte das comemorações pelos 67 anos do município.

SECOM/PMSB

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O Ministério da Justiça e Segurança Pública demitiu o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal, por abandono de cargo. 

A decisão, publicada na edição desta segunda-feira (21) do Diário Oficial da União, tem como base processo administrativo disciplinar que concluiu pela ocorrência de faltas injustificadas por período superior a 30 dias consecutivos.

Segundo a portaria, a demissão teve por base a Lei nº 15.047, de 2024, que prevê a penalidade para casos de abandono de cargo. 

Eduardo Bolsonaro integrava o quadro de pessoal da Polícia Federal e estava afastado da função para exercer mandato eletivo na Câmara dos Deputados.

Perda do Mandato

Eduardo Bolsonaro deixou o Brasil em março de 2025 para morar nos Estados Unidos. Eleito deputado federal por São Paulo pela primeira vez em 2014, Eduardo teve o último mandato cassado em dezembro de 2025 por ausência em sessões deliberativas da Câmara.

Após a cassação, a Polícia Federal publicou ato declarando o fim do afastamento para exercício de mandato eletivo, com efeitos retroativos a 19 de dezembro de 2025, e determinou seu retorno imediato às atividades como escrivão.

Atuação nos EUA

Além do processo administrativo que resultou em sua demissão da Polícia Federal, Eduardo Bolsonaro responde a ações judiciais relacionadas à atuação política no exterior. Entre as medidas, estão as tarifas sobre produtos brasileiros, a revogação de vistos de autoridades brasileiras e a aplicação de sanções econômicas previstas na Lei Magnitsky. 

Segundo o STF, as iniciativas buscavam pressionar instituições brasileiras e interferir no andamento das investigações e processos judiciais.

Em setembro de 2026, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o ex-deputado a quatro anos e dois meses de prisão, em regime semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo. A Primeira Turma rejeitou por unanimidade recurso do ex-deputado no dia 18 de setembro.

O placar da votação foi de 4 votos a 0. 

Na mesma decisão, o colegiado determinou a inelegibilidade de Eduardo Bolsonaro por oito anos e a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal.

Por unanimidade, os ministros acompanharam o entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR) de que o ex-parlamentar atuou para estimular sanções e medidas adotadas pelos Estados Unidos contra o Brasil com o objetivo de influenciar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no processo que apura a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Agência Brasil