Concursos têm 451 vagas abertas na Paraíba

A Paraíba tem cinco editais de concurso público e seleção com vagas abertas neste mês de fevereiro. São 451 oportunidades em diferentes áreas.

Confira abaixo.

Concurso para professor da UFPB

  • Vagas: 32
  • Nível: superior com doutorado
  • Salário: de R$ 5.367,43 até R$ 14.288,85
  • Inscrições: 2 fevereiro a 2 de março de 2026
  • Provas objetivas: datas específicas para cada departamento
  • Edital do concurso para professor da UFPB

Concurso da prefeitura de Nova Floresta

  • Nível: fundamental, médio, técnico e superior
  • Salário: de R$ 1,5 mil a R$ 14 mil
  • Inscrições: 12 de janeiro até 15 de fevereiro de 2026
  • Provas objetivas: 12 de abril de 2026
  • Resultado final: 29 de maio de 2026
  • Edital do concurso da prefeitura de Nova Floresta

Concurso da prefeitura de Cuité

  • Nível: fundamental, médio, técnico e superior
  • Salário: de R$ 1,5 mil a R$ 6 mil
  • Inscrições: 12 de janeiro até 15 de fevereiro de 2026
  • Provas objetivas: 15 de março de 2026
  • Resultado final: 30 de abril de 2026
  • Edital do concurso da prefeitura de Cuité

Concurso da prefeitura de Cajazeiras

  • Vagas: 75
  • Nível: fundamental, médio, técnico e superior
  • Salário: de R$ 1.518 a R$ 4.423,30
  • Inscrições: 7 de janeiro até 8 de fevereiro de 2026
  • Provas objetivas: 8 de março de 2026
  • Resultado final: 25 de maio de 2026
  • Edital do concurso da prefeitura de Cajazeiras

Concurso da prefeitura de Sossego

  • Vagas: 66
  • Nível: fundamental, médio, técnico e superior
  • Salário: de R$ 1,5 mil a R$ 3,6 mil
  • Inscrições: até 9 de fevereiro de 2026
  • Provas objetivas: 21 ou 22 de março de 2026
  • Resultado final: 27 de maio de 2026
  • Edital do concurso da prefeitura de Sossego

Oportunidades fora da Paraíba

Ainda estão abertas as inscrições para o concurso do Ibama e do Incra, com cargos a serem assumidos fora da Paraíba.

Concurso do Ibama e Incra

  • Vagas: 60 vagas
  • Nível: superior
  • Salário: até R$ 9,8 mil
  • Inscrições: até 8 de janeiro de 2026
  • Provas objetivas: 8 de fevereiro de 2026
  • Resultado final: 7 de abril de 2026
  • Edital do concurso do Ibama e Incra

Com Jornal da Paraíba

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O Ministério da Justiça e Segurança Pública demitiu o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal, por abandono de cargo. 

A decisão, publicada na edição desta segunda-feira (21) do Diário Oficial da União, tem como base processo administrativo disciplinar que concluiu pela ocorrência de faltas injustificadas por período superior a 30 dias consecutivos.

Segundo a portaria, a demissão teve por base a Lei nº 15.047, de 2024, que prevê a penalidade para casos de abandono de cargo. 

Eduardo Bolsonaro integrava o quadro de pessoal da Polícia Federal e estava afastado da função para exercer mandato eletivo na Câmara dos Deputados.

Perda do Mandato

Eduardo Bolsonaro deixou o Brasil em março de 2025 para morar nos Estados Unidos. Eleito deputado federal por São Paulo pela primeira vez em 2014, Eduardo teve o último mandato cassado em dezembro de 2025 por ausência em sessões deliberativas da Câmara.

Após a cassação, a Polícia Federal publicou ato declarando o fim do afastamento para exercício de mandato eletivo, com efeitos retroativos a 19 de dezembro de 2025, e determinou seu retorno imediato às atividades como escrivão.

Atuação nos EUA

Além do processo administrativo que resultou em sua demissão da Polícia Federal, Eduardo Bolsonaro responde a ações judiciais relacionadas à atuação política no exterior. Entre as medidas, estão as tarifas sobre produtos brasileiros, a revogação de vistos de autoridades brasileiras e a aplicação de sanções econômicas previstas na Lei Magnitsky. 

Segundo o STF, as iniciativas buscavam pressionar instituições brasileiras e interferir no andamento das investigações e processos judiciais.

Em setembro de 2026, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o ex-deputado a quatro anos e dois meses de prisão, em regime semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo. A Primeira Turma rejeitou por unanimidade recurso do ex-deputado no dia 18 de setembro.

O placar da votação foi de 4 votos a 0. 

Na mesma decisão, o colegiado determinou a inelegibilidade de Eduardo Bolsonaro por oito anos e a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal.

Por unanimidade, os ministros acompanharam o entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR) de que o ex-parlamentar atuou para estimular sanções e medidas adotadas pelos Estados Unidos contra o Brasil com o objetivo de influenciar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no processo que apura a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Agência Brasil