Hospital de Monteiro atende mais de 70 pacientes com cirurgias eletivas

O Hospital e Maternidade de Monteiro Santa Filomena foi palco, na última sexta, sábado e domingo, de mais uma importante ação de saúde por meio do Programa Opera Paraíba. Durante os três dias de mobilização, a unidade realizou mais de 70 cirurgias eletivas, beneficiando pacientes de diversas regiões da Paraíba.

A ação reforça o compromisso do Governo do Estado, em parceria com o hospital, em reduzir filas de espera, garantir acesso rápido aos procedimentos cirúrgicos e proporcionar mais qualidade de vida à população. As cirurgias foram realizadas com segurança, organização e acompanhamento de equipes multiprofissionais qualificadas.

O Opera Paraíba é um programa que vem transformando a realidade de muitos paraibanos, levando atendimento humanizado e fortalecendo a rede pública de saúde. O Hospital e Maternidade de Monteiro Santa Filomena segue cumprindo seu papel como referência regional, cuidando de quem mais precisa.

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri