Prefeito Márcio Leite anuncia Raphaela Santos como primeira atração confirmada do TigreFest 2026

O prefeito de São João do Tigre, Márcio Leite, anunciou a primeira atração confirmada do TigreFest 2026. A cantora Raphaela Santos, conhecida como “A Favorita”, está oficialmente dentro da programação do evento, que é um dos mais aguardados do calendário carnavalesco do município.

O anúncio foi feito durante a tradicional Festa de Janeiro de São Sebastião do Umbuzeiro, ocasião em que a artista se apresentou em praça pública e levantou o público com um show marcado por grande participação popular.

Em entrevista ao portal Focando Paraíba, Márcio Leite — que além de prefeito de São João do Tigre também preside a Associação dos Municípios do Cariri e Agreste Paraibano (AMCAP) — confirmou a atração e destacou a importância do TigreFest para a região.

“O TigreFest é um evento pensado com muito carinho para nossa população e para todos que visitam São João do Tigre. Começar anunciando Raphaela Santos, que é um grande sucesso por onde passa, mostra o compromisso da gestão em promover uma festa forte, organizada e que valorize a cultura e o entretenimento”, afirmou o prefeito.

A confirmação de Raphaela Santos aumenta a expectativa para a edição 2026 do TigreFest, que tradicionalmente reúne um grande público e movimenta a economia local, fortalecendo o turismo e o comércio do município. Novas atrações devem ser divulgadas nos próximos meses pela gestão municipal.

De Olho no Cariri

Com Focando Paraíba

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Três eleitores foram conduzidos à delegacia no início da tarde deste domingo (25), após serem flagrados fotografando o voto durante a votação em Monteiro. Dois casos ocorreram na Escola Maria Lauricéia, na área urbana, e o terceiro em uma escola localizada no Sítio Cacimba de Cima, na zona rural do município.

A prática é proibida pela Justiça Eleitoral. Celulares e outros equipamentos capazes de registrar o voto não podem ser levados à cabine, medida que busca preservar o sigilo da escolha do eleitor. Violar ou tentar violar esse sigilo pode configurar crime eleitoral, com pena prevista de até dois anos de detenção. 

Segundo as informações recebidas pela reportagem, os três eleitores foram encaminhados à delegacia para que a ocorrência fosse registrada e os fatos apurados. Até o momento, não há confirmação de que tenham sido presos. A condução à delegacia para prestar esclarecimentos ou para os procedimentos policiais não significa, por si só, que houve prisão; eventual prisão em flagrante depende da avaliação da autoridade policial diante das circunstâncias e dos elementos apurados. Eleitores estão sujeitos à prisão nesse período em caso de flagrante delito.

De Olho no Cariri

Com Paraíba da Gente