Festa de Emancipação Política celebra 64 anos de Gurjão com esporte, cultura e grandes shows

A cidade de Gurjão, no Cariri paraibano, se prepara para viver dois dias de intensa programação em comemoração aos seus 64 anos de Emancipação Política. As festividades acontecem nos dias 2 e 3 de janeiro de 2026 e reúnem atividades cívicas, esportivas, culturais e grandes atrações musicais, reforçando o sentimento de pertencimento e o lema “Orgulho em viver nesta terra!”.

A programação tem início na quinta-feira (2), às 7h, com o tradicional hasteamento das bandeiras, na Praça Central, marcando oficialmente o aniversário do município. Em seguida, às 8h, ocorre o 1º Desafio de MTB, reunindo ciclistas da região. Às 9h, a população participa de um café da manhã comunitário, também na Praça Central.

Durante a tarde, às 16h, será realizada a Corrida de Rua Local, com percursos de 3 km e 5 km, incentivando a prática esportiva e a qualidade de vida. Já à noite, a partir das 21h, a festa ganha animação com shows em praça pública, com apresentações de Moleka Safada, Japãozin e Leandro Pinga Fogo.

As comemorações seguem na sexta-feira (3). Às 10h, acontece o Grande Torneio de Futsal, no Ginásio Poliesportivo “O Vidalzão”, reunindo equipes locais e regionais. O encerramento da festa será a partir das 21h, com novos shows em praça pública, tendo como atrações Biriteiros do Forró, Adriano Silva e Forrozão Tempero Completo.

Para o prefeito Zé Elias, a programação foi pensada para contemplar toda a população. “Preparamos uma festa que valoriza nossa história, incentiva o esporte, fortalece a cultura e proporciona momentos de lazer para as famílias de Gurjão e para quem nos visita. É uma celebração do nosso povo, da nossa identidade e do orgulho de viver aqui”, destacou o gestor.

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O Ministério da Justiça e Segurança Pública demitiu o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal, por abandono de cargo. 

A decisão, publicada na edição desta segunda-feira (21) do Diário Oficial da União, tem como base processo administrativo disciplinar que concluiu pela ocorrência de faltas injustificadas por período superior a 30 dias consecutivos.

Segundo a portaria, a demissão teve por base a Lei nº 15.047, de 2024, que prevê a penalidade para casos de abandono de cargo. 

Eduardo Bolsonaro integrava o quadro de pessoal da Polícia Federal e estava afastado da função para exercer mandato eletivo na Câmara dos Deputados.

Perda do Mandato

Eduardo Bolsonaro deixou o Brasil em março de 2025 para morar nos Estados Unidos. Eleito deputado federal por São Paulo pela primeira vez em 2014, Eduardo teve o último mandato cassado em dezembro de 2025 por ausência em sessões deliberativas da Câmara.

Após a cassação, a Polícia Federal publicou ato declarando o fim do afastamento para exercício de mandato eletivo, com efeitos retroativos a 19 de dezembro de 2025, e determinou seu retorno imediato às atividades como escrivão.

Atuação nos EUA

Além do processo administrativo que resultou em sua demissão da Polícia Federal, Eduardo Bolsonaro responde a ações judiciais relacionadas à atuação política no exterior. Entre as medidas, estão as tarifas sobre produtos brasileiros, a revogação de vistos de autoridades brasileiras e a aplicação de sanções econômicas previstas na Lei Magnitsky. 

Segundo o STF, as iniciativas buscavam pressionar instituições brasileiras e interferir no andamento das investigações e processos judiciais.

Em setembro de 2026, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o ex-deputado a quatro anos e dois meses de prisão, em regime semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo. A Primeira Turma rejeitou por unanimidade recurso do ex-deputado no dia 18 de setembro.

O placar da votação foi de 4 votos a 0. 

Na mesma decisão, o colegiado determinou a inelegibilidade de Eduardo Bolsonaro por oito anos e a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal.

Por unanimidade, os ministros acompanharam o entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR) de que o ex-parlamentar atuou para estimular sanções e medidas adotadas pelos Estados Unidos contra o Brasil com o objetivo de influenciar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no processo que apura a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Agência Brasil