Prefeito Alexandre lamenta onda de denuncismo de opositores: “estão contra Serra Branca”

Durante entrevista concedida na manhã desta quinta-feira à Serra Branca FM, o prefeito Alexandre Pereira fez um desabafo contundente sobre o que classificou como uma “onda de denuncismo” promovida por setores da oposição do município. Segundo o gestor, denúncias infundadas e ações com a intenção de desestabilizar sua administração e o empresário Ernildo Júnior têm causado sérios prejuízos à cidade, incluindo o aumento do desemprego.

Alexandre participou do programa após realizar uma vistoria em obras que estão em andamento no município. Ao avaliar o ritmo de trabalho e destacar os avanços das intervenções, o prefeito aproveitou o encerramento da entrevista para comentar as recentes denúncias apresentadas pela oposição.

Nos últimos dias, uma das acusações que ganhou repercussão partiu da vereadora Mércia da Saúde, que apresentou na Câmara Municipal uma denúncia afirmando que haveria médicos atuando em especialidades para as quais não teriam capacidade. No entanto, a vereadora não apresentou provas e não identificou quem seriam os profissionais supostamente irregulares. Para o prefeito, trata-se de mais um exemplo de uma denúncia, feita apenas com o objetivo de criar instabilidade política.

“O que vimos foi uma acusação grave, mas sem qualquer elemento concreto. Não é uma denúncia séria, de quem quer resolver algum problema. É apenas mais uma tentativa de desestabilizar a gestão e confundir a população”, lamentou Alexandre.

O prefeito reafirmou ainda que outras denúncias da oposição já levaram à paralisação de obras importantes, inclusive dos empreendimentos de Ernildo Júnior, resultando em mais de 300 trabalhadores desempregados. “É triste ver setores que deveriam ajudar a cidade trabalharem apenas para criar obstáculos. Serra Branca perde, as famílias perdem, e a cidade deixa de avançar”, completou.

Alexandre Pereira finalizou reforçando seu compromisso com a continuidade das obras e com a defesa dos interesses da população. “Seguiremos trabalhando, apesar de qualquer tentativa de desestabilização. Serra Branca merece seguir em frente”, concluiu.

De Olho no Cariri

Paraíba Mix

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O Congresso Nacional deve analisar nesta semana cinco propostas de grande repercussão social, como o fim da jornada 6×1 e a isenção de impostos para as compras de até US$ 50 em plataformas digitais, conhecida como “taxa das blusinhas”. 

As pautas fazem parte do esforço concentrado da Câmara dos Deputados e do Senado antes das eleições de outubro.  

Fim da escala 6×1

O texto que prevê o fim da jornada de trabalho de seis dias para um de descanso deve ser analisado na quarta-feira (2) pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado.

O relator da proposta, senador Omar Aziz (PSD-AM), apresentou na última quinta-feira (27) parecer favorável e rejeitou as doze emendas apresentadas pelos senadores. A estratégia é manter o mesmo texto aprovado pela Câmara e, assim, evitar que a proposta precise voltar para análise dos deputados.

>> Veja o que prevê o texto:

  • Dois dias de repouso semanal remunerado, sendo um deles preferencialmente aos domingos
  • Salário não poderá ser reduzido por causa diminuição da jornada
  • Dois meses após a promulgação da PEC, a jornada máxima passa das atuais 44 para 42 horas semanais.
  • Um ano depois do fim desse primeiro período, cai definitivamente para 40 horas.

Se for aprovada na CCJ, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) ainda precisa passar por dois turnos de votação no Plenário do Senado, com pelo menos 49 votos favoráveis em cada um.

Fim da “taxa das blusinhas”

Outro assunto de forte repercussão é o fim da chamada “taxa das blusinhas”, o imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50.

A Medida Provisória começa a semana na comissão mista de deputados e senadores, que se reúne nesta segunda-feira (31), às 16h. A relatora, senadora Leila Barros (PDT-DF), deve apresentar o parecer e há expectativa de votação na própria comissão.

A MP perde a validade no dia 8 de setembro. Se aprovada na comissão, ainda precisa passar pelos plenários da Câmara e do Senado.

Mototaxistas e entregadores de aplicativo

Na Câmara, a primeira sessão de votação está marcada para esta segunda-feira (31), às 18h.

Além da “taxa das blusinhas”, estão previstas outras duas medidas provisórias ligadas aos trabalhadores de aplicativos: uma simplifica as regras para mototaxistas e profissionais de motofrete; e outra cria uma linha de financiamento para entregadores comprarem motos e bicicletas elétricas.

Entre os outros projetos que podem ser analisados pelos deputados estão a manutenção dos incentivos fiscais para doações aos programas de atenção oncológica e de saúde da pessoa com deficiência, a Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica e o Plano Nacional de Cultura para os próximos dez anos.

PEC da Segurança Pública

No Senado, outra prioridade é a PEC da Segurança Pública, que também está na Comissão de Constituição e Justiça. A proposta amplia a integração entre as forças de segurança, o compartilhamento de informações e altera regras de financiamento do setor.

Na pauta econômica, os senadores devem tentar avançar no Redata, que cria incentivos para a instalação de data centers no Brasil, e no marco dos minerais críticos e estratégicos, matérias-primas essenciais para setores como tecnologia, energia limpa, carros elétricos e defesa.

Orçamento de 2027

Além das votações, o Congresso recebe uma das propostas mais importantes para a economia no próximo ano: o Orçamento de 2027.

O governo precisa encaminhar ao Congresso o Projeto de Lei Orçamentária Anual, o PLOA, com as estimativas de receitas e despesas da União para o ano que vem.

A proposta abre uma nova rodada de negociações sobre as prioridades do governo, o cumprimento das metas fiscais e os recursos destinados às políticas públicas e aos investimentos federais.

O texto ainda será analisado pela Comissão Mista de Orçamento antes de seguir para votação no Congresso Nacional.

Agência Brasil