Filho é preso por ameaçar matar mãe e incendiar casa para comprar drogas na Paraíba

Um homem de 48 anos foi preso, na manhã desta quarta-feira (9), em Alagoa Nova, na Paraíba, por ameaçar reiteradamente a própria mãe com promessas de morte e de incendiar uma residência, caso não recebesse dinheiro para comprar drogas.

Investigações da Polícia Civil apontam que o homem vendeu todos os móveis, utensílios domésticos, portas, janelas e até o telhado da residência que lhe havia sido cedida pela mãe para comprar entorpecentes de uso pessoal.

De acordo com a corporação, o investigado possui antecedentes por crimes relacionados à violência doméstica, o que reforçou a necessidade da medida cautelar.

A Polícia Civil da Paraíba, por meio da 12ª Delegacia Seccional de Polícia Civil, representada pela Delegacia de Alagoa Nova, cumpriu mandado de prisão preventiva no sítio São Miguel, zona rural do município de Alagoa Nova e prendeu o homem. Após a prisão, o conduzido foi encaminhado para audiência de custódia e permanece à disposição do Poder Judiciário.

Com MaisPB

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB