Engenheiro morre em acidente de trabalho durante instalação de placas solares em Soledade

O engenheiro eletricista e de segurança do trabalho, Miguel Araújo, de 31 anos, morreu na manhã desta segunda-feira (9), vítima de um acidente de trabalho ocorrido na cidade de Soledade, no Cariri paraibano.

De acordo com informações preliminares, Miguel estava realizando um serviço de instalação de placas de energia solar no Mercadinho Velho Chico, localizado no bairro Chico Pereira, zona sul da cidade, na saída para Gurjão, pela rodovia PB-176.

Durante a execução do trabalho, Miguel teria subido até a cobertura do estabelecimento para advertir funcionários que estariam atuando sem o uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). Foi nesse momento que ele sofreu um acidente, cuja natureza ainda está sendo apurada. O engenheiro não resistiu aos ferimentos e faleceu no local.

Natural de Juazeirinho, Miguel era bastante conhecido na região por sua atuação como engenheiro e empresário. Além disso, também exercia a função de vigia na creche municipal da Prefeitura de Juazeirinho.

Ele era filho de Aderaldo da Sucata, figura tradicional e bastante conhecida na cidade.

A morte precoce de Miguel causou grande comoção entre familiares, amigos e colegas de profissão. Nas redes sociais, diversas mensagens de luto destacaram sua dedicação ao trabalho, seu compromisso com a segurança e seu espírito colaborativo.

O caso deverá ser investigado pelas autoridades competentes para apurar as circunstâncias do acidente.

De Olho no Cariri

Com Heleno Lima.com

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB