Polícia Federal prende funcionário dos Correios de São João do Cariri suspeito de desviar encomendas; empresa encontra-se fechada na cidade

Um funcionário dos Correios foi preso em flagrante suspeito de desviar uma encomenda com celulares e eletrônicos, com destino ao município de São João do Cariri, no Cariri da Paraíba. A ação aconteceu em Campina Grande na sexta-feira (9), mas foi divulgada neste sábado (10).

De acordo com a Polícia Federal, o suspeito foi localizado através de informações repassadas pela Área de Segurança Corporativa dos Correios, que identificou indícios de desvio de objetos postais sob responsabilidade do investigado.

O homem foi preso e deve passar por audiência de custódia, onde será decidido se terá prisão preventiva decretada. Segundo a PF, a depender da decisão judicial, o suspeito será encaminhado à Penitenciária Padrão de Campina Grande, onde permanecerá à disposição da Justiça Federal.

O investigado deve responder pelos crimes de violação de correspondência, peculato e por inserção de dados falsos em sistema de informações. Além de multa, as penas previstas podem alcançar até 24 anos de reclusão.

Nesta segunda-feira(12), a nossa reportagem constatou que a empresa brasileira de Correios e Telégrafos encontra-se fechada na cidade.

De Olho no Cariri

Com Jornal da Paraíba

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirou nesta quinta-feira (3) o sigilo de decisão que aponta supostas irregularidades na atuação do ministro André Mendonça na relatoria de processos relacionados às operações Sem Desconto e Compliance Zero.

Moraes encaminhou a decisão e os relatórios de inteligência da Polícia Federal que a fundamentam ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin.

A decisão foi tomada no âmbito do Inquérito 4.781, instaurado em 2019 para apurar notícias fraudulentas, denunciações caluniosas, ameaças e outras infrações contra integrantes do Supremo, além de possíveis esquemas de financiamento e divulgação de fake news em massa nas redes sociais.

Na decisão, Moraes determinou que o conjunto de documentos seja encaminhado a Fachin “para as providências que entender necessárias”. Também determinou que a Procuradoria-Geral da República seja comunicada.

De Olho no Cariri

Com Agência Brasil