Segundo transformador gigante chega ao Porto de Suape e escolta deve provocar novas interdições em rodovias

Um segundo transformador gigante de energia eólica deverá ser transportado do Porto de Suape, em Pernambuco, até o município de Nova Palmeira, no Seridó da Paraíba, a partir do mês de maio. O segundo equipamento, que já está em Suape desde o mês de março, também fará parte do Complexo Eólico Serra da Palmeira.

O equipamento tem 250 toneladas e 1,2 metros de comprimento. Também tem 4,2 metros de largura e 4,5 metros de altura.  Ele foi produzido na China e transportado ao país pela CTG Brasil, empresa responsável pela construção da subestação no interior paraibano.

Segundo a CET Brazil, o equipamento tem como função transformar energia eólica em elétrica, levando tal tipo de energia para o sistema elétrico nacional. O equipamento foi produzido na China e chegou ao país por meio de navio.

‘Carreta do transformador’

Assim como ocorreu com o primeiro transformador, este segundo equipamento deverá ser transportado pela ‘carreta gigante’ que acabou ficando conhecida como ‘carreta do transformador’.

A carreta com 113,7 metros de comprimento. Todo o comboio (carreta + transformador) pesa 600 toneladas.

Percurso

O percurso da ‘carreta do transformador’ terá cerca de 400 km, partindo do Porto de Suape, no município de Cabo de Santo Agostinho, na região do Grande Recife. Até chegar em Nova Palmeira, no Seridó, ela deve passar pelas BRs 101 e 230, além da PB-177, esta última entre Soledade e Nova Palmeira.

Nos trechos das BRs a velocidade média da carreta é de 7 km/h, já nos trechos da rodovia estadual é de 3,3 km/h.

Quanto tempo deve demorar até chegar em Nova Palmeira

O segundo transformador deverá chegar no complexo eólico no Seridó paraibano em até 20 dias, após a saída de Suape. Este foi o prazo para houvesse o transporte do primeiro equipamento.

Click PB

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB