Com Novo PAC, João Azevêdo prevê concluir triplicação da BR-230 até Oitizeiro em 2027

O governador João Azevêdo e o ministro da Casa Civil Rui Costa mencionaram, nesta segunda-feira (7), em entrevista coletiva, que as obras de triplicação da BR-230 foi uma das pautas discutidas na visita dos ministros na Paraíba. De acordo com o gestor, a primeira etapa do projeto está prevista para ser entregue no final de 2025 e a segunda já está em processo de licitação, com previsão para rodovia ser triplicada até as Três Lagoas em 2027.

O ministro Rui Costa explicou o montante dos investimentos para o estado e garantiu a celeridade nos pagamentos para acelerar a execução dos trabalhos. “O pagamento financeiro sempre andará na frente do andamento das obras na maioria dos casos, mas aqui estamos com R$ 23 bilhões, R$ 60 bilhões de execução financeira e um volume grande de investimentos e de infraestrutura hídrica”, disse.

Além de Rui, também estiveram presentes na reunião com João Azevêdo o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, e o secretário especial do governo federal, Maurício Muniz. Na ocasião, eles discutiram as execuções e o andamento das obras do Novo PAC na Paraíba.

Com MaisPB

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB