Ex-secretário de Esportes e suplente de vereador é brutalmente assassinado em Boqueirão

A cidade de Boqueirão, no Cariri paraibano, ficou abalada com a notícia do assassinato brutal do ex-secretário de Esportes e suplente de vereador Edivaldo Cordeiro, ocorrido na tarde deste domingo (06).

Edivaldo foi morto de forma violenta, com vários disparos de arma de fogo, quando estava reunido com amigos, na comemoração de um título de futebol do time Big Cana.

A brutalidade do crime e o perfil da vítima, conhecida por sua conduta íntegra e respeitada na comunidade, têm gerado forte comoção entre os moradores da cidade e de toda a região.

Segundo relatos preliminares, Edivaldo não possuía histórico de envolvimento em conflitos ou atividades ilícitas, o que torna o crime ainda mais chocante para a população. Ele era considerado um cidadão de bem, com atuação ativa nas áreas do esporte e da política local, sempre engajado em ações voltadas para o desenvolvimento do município.

De Olho no Cariri

Blog do Bruno Lira

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB