Criminosos se passam por técnicos do INSS e visitam casas para aplicar “golpe da prova de vida”; saiba o que fazer

Criminosos estariam se passando por técnicos do INSS para aplicar golpes em casas utilizando a justificativa de fazer uma suposta prova de vida. Em entrevista, nesta quinta-feira (27), o gerente da unidade Tambaú do INSS, Washington Martins, busca alertar para o golpe e ressalta que a autarquia não envia técnicos para as residências.

“Não há necessidade de a pessoa fazer prova de vida na agência. O INSS não manda ninguém para a casa das pessoas”, declarou o gerente Washington Martins. Ele explicou ainda que toda prova de vida atualmente “é feita através de cruzamento de banco de dados”.

Os criminosos usam crachás falsos e se identificam como técnicos do INSS. Eles se identificam e dizem que vão realizar a prova de vida nas residências. Os golpistas coletam dados pessoais e os utilizam de forma indevida posteriormente. O INSS ressalta que não envia nenhum técnico para visitar residências.

“Hoje em dia a prova de vida do INSS é feita através do aplicativo, que a pessoa pode baixar, através do cruzamento de dados, no banco, por exemplo. Se a pessoa faz algum atendimento presencial em agência do INSS, também vale como prova de vida. Quando a pessoa falece, o próprio cartório já envia a certidão para o banco de dados”, destacou.

Ainda segundo informou o gerente do INSS, qualquer dúvida pode ser esclarecida através do número de telefone 135 ou em alguma das agências do INSS.

Com ClickPB

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O projeto “O Mágico de Oz na Escola do Campo: uma leitura em três atos”, desenvolvido em Boa Vista, conquistou o 1º lugar na 3ª Gerência Regional de Educação e foi apresentado durante o III Seminário de Boas Práticas – Territórios que Alfabetizam, promovido no âmbito do programa Alfabetiza Mais Paraíba, do Governo do Estado.

A iniciativa foi idealizada pela professora Albaneide, com a participação dos alunos do 4º ano da Escola Municipal Severino Tavares da Silva, localizada na comunidade Cacimba Nova. Inspirado na obra O Mágico de Oz, o projeto utilizou a literatura como ferramenta para estimular a leitura, a escuta, a inclusão e o desenvolvimento das práticas pedagógicas.

A proposta envolveu estudantes, equipe escolar, pais, Secretaria Municipal de Educação e gestão municipal, fortalecendo a participação da comunidade no processo de aprendizagem e demonstrando a importância de estratégias educativas que aproximam o conhecimento da realidade dos alunos.

De Olho no Cariri