AMCAP promete luta em favor dos municípios que foram excluídos do pagamento do Garantia-Safra 2023/2024

O presidente da Associação dos Municípios do Cariri e Agreste Paraibano e prefeito de São João do Tigre, Márcio Leite, afirmou na tarde desta quarta-feira (26), que estará empenhado para garantir a inclusão de diversos município da região que foram excluídos da primeira relação do pagamento do programa Garantia-Safra 2023/2024.

Na Paraíba, ao todo 65 municípios foram prejudicados, sendo 20 municípios da região do Cariri.

De acordo com o prefeito Márcio Leite, a entidade irá buscar se reunir com a Coordenação-Geral do Garantia-Safra, vinculada à Secretaria de Agricultura Familiar e Agroecologia (SAF), para que adote as providências cabíveis para proceder com a notificação formal dos municípios que não conseguiram comprovar perdas agrícolas na safra 2023/2024.

“Precisamos entender esse critério, pois tem municípios que registraram os menores índices pluviométricos do estado e não foram contemplados. Iremos buscar apoio da nossa bancada federal para garantir que esse direito dos municípios que foram prejudicados seja alcançado.

O Garantia Safra é um programa do Governo Federal que assegura apoio financeiro a agricultores familiares que sofrem perdas na produção devido a condições climáticas adversas. A exclusão dos municípios causou revolta entre os trabalhadores rurais e gestores, que agora aguardam um posicionamento das autoridades responsáveis.

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB