Dr. Romualdo denuncia abandono de escolas estaduais e cobra ação imediata do governo

Durante discurso em Sessão da Assembleia Legislativa da Paraíba, nesta terça-feira (25), o deputado estadual Dr. Romualdo cobrou do Governo do Estado ações emergenciais diante do abandono de escolas estaduais, com destaque para os casos nos municípios de Serra Branca, Teixeira e Livramento.


De acordo com o parlamentar, a situação é grave e recorrente. “Recebi com tristeza denúncias sobre as condições da ECIT Inácio Antonino, em Serra Branca, e da Escola Sebastião Guedes da Silva, em Teixeira. Além disso, as obras inacabadas na Escola João Lelys, em Livramento, que seguem sem qualquer previsão de conclusão”, denunciou Dr. Romualdo.


Segundo ele, o fator comum entre essas unidades é o impacto direto na aprendizagem dos estudantes, especialmente daqueles que estão se preparando para o ENEM. “Não há como mensurar o prejuízo causado a essas famílias. Não é um fato isolado ou pontual – são situações recorrentes, algo que demonstra a falta de planejamento”, finalizou o parlamentar.

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB