São João do Tigre firma compromisso com o programa Dignidade Menstrual durante seminário em João Pessoa

A coordenadora da Diversidade Humana e Mulheres de São João do Tigre, Raquel Costa, participou nesta segunda-feira (24) do Seminário para Gestoras e Políticas Públicas para Mulheres e Diversidade Humana, promovido pela Secretaria da Mulher do Estado, em João Pessoa.

Durante o evento, Raquel conversou com a reportagem do Portal De Olho no Cariri e destacou que enviou um ofício à secretária de Estado da Mulher e da Diversidade Humana, Lídia Moura, solicitando equipamentos adequados para a coordenadoria municipal de São João do Tigre.

Um dos momentos importantes do seminário foi a assinatura do termo de compromisso do município com o programa Dignidade Menstrual, do Governo do Estado, que visa garantir o acesso gratuito a absorventes para a população tigrense.

A iniciativa reforça a parceria entre a Prefeitura de São João do Tigre e o Governo da Paraíba no desenvolvimento de políticas públicas que beneficiam diretamente a população, promovendo mais dignidade e inclusão social.

Raquel Costa tem se destacado à frente da Coordenadoria da Diversidade Humana e Mulheres de São João do Tigre, atuando de forma comprometida na busca por melhorias e recursos para a população. Com o apoio da gestão municipal, a coordenadora tem articulado ações e parcerias que garantem mais direitos e oportunidades para as mulheres e grupos vulneráveis do município, reforçando o compromisso da Prefeitura em promover inclusão, dignidade e bem-estar para todos.

De Olho no Cariri

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB