Polícia Militar realiza operação policial na região do Cariri e recupera 18 veículos roubados

Durante este último final de semana a Polícia Militar, por meio do Batalhão de Trânsito (BPTRAN) e com apoio do 11º Batalhão de Polícia Militar (BPM), desencadeou a operação SINAIS com o objetivo de identificar e recuperar veículos roubados. A operação ocorreu em todos os 17 municípios sob jurisdição do 11º BPM, resultando na localização de 18 veículos roubados.

Os veículos recuperados foram encontrados nos municípios de Monteiro, Sumé, Serra Branca, Coxixola, Camalaú, São Sebastião do Umbuzeiro, Prata e Amparo. Segundo a polícia, os bens serão devolvidos aos seus proprietários.

Resultados da operação sinais:

  • Monteiro: 7 veículos (2 carros e 5 motos)
  • Serra Branca: 3 motos
  • Coxixola: 2 motos
  • Sumé: 2 motos
  • Amparo: 1 moto
  • Prata: 1 carro
  • São Sebastião do Umbuzeiro: 1 moto
  • Camalaú: 1 moto

No total, a operação SINAIS recuperou *18 veículos, sendo *3 carros e 15 motocicletas.

A Polícia Militar reforça que seguirá intensificando as ações de fiscalização e combate ao crime, buscando garantir mais segurança para a população e coibir o furto e roubo de veículos na região.

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB