Prefeitura de Sumé contrata empresa de Campina Grande para serviços de Contabilidade Pública por mais R$ 100 mil

A Prefeitura de Sumé, no Cariri paraibano, gerou surpresa ao contratar uma empresa de Campina Grande para serviços de contabilidade pública, com um valor que chega a  mais de R$ 100 mil reais para o ano de 2025. O contrato, assinado pelo prefeito Manezinho Lourenço, tem validade de 12 meses e visa atender as demandas contábeis do município.

O valor investido chama atenção, especialmente considerando o cenário econômico atual e as dificuldades financeiras enfrentadas por muitos municípios. A escolha por uma empresa externa e o montante significativo, que poderia ser utilizado em outras áreas essenciais, levanta questionamentos sobre a real necessidade de se gastar essa quantia com serviços de contabilidade, um trabalho que poderia ser realizado por profissionais locais ou dentro da própria estrutura da Prefeitura.

A contratação de uma empresa de fora, ainda mais com um custo elevado, desperta um debate sobre a eficiência e a transparência no uso dos recursos públicos. Em tempos de austeridade, onde cada centavo conta, a população se pergunta se esse gasto exorbitante é realmente necessário ou se há alternativas mais econômicas e eficientes.

Enquanto a boa gestão financeira é essencial, a falta de justificativas claras sobre o valor pago por serviços que, à primeira vista, parecem não exigir um investimento tão alto, pode gerar desconfiança e questionamentos por parte da população e dos órgãos de fiscalização. A Prefeitura de Sumé terá o desafio de demonstrar que esse gasto de quase R$ 100 mil será, de fato, justificável e trará benefícios reais para a gestão pública do município.

Com Cariri em Ação

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB