DJ Ivis é condenado a 8 meses de prisão por agredir ex-esposa

O cantor paraibano DJ Ivis foi condenado a oito meses e oito dias de prisão por agredir a ex-esposa, Pâmella Holanda. A condenação foi definida na última quinta-feira (6). O Ministério Público do Ceará (MPCE) solicitou o aumento da pena.

O caso ocorreu em 2021, quando a influenciadora digital divulgou imagens das agressões cometidas no apartamento onde o casal vivia com a filha. DJ Ivis já havia passado cerca de três meses preso antes de ser liberado em outubro de 2021.

A 2ª Promotoria de Justiça do município de Eusébio defende uma punição mais severa, levando em conta as circunstâncias do caso. O MPCE também destacou que, de acordo com a jurisprudência dos tribunais superiores, uma eventual reconciliação entre o casal não isenta o acusado de ser responsabilizado judicialmente.

O produtor musical foi denunciado pelos crimes de ameaça e violência doméstica após agredir Pâmella. A denúncia, recebida pela Justiça em julho de 2021, levou à condenação do paraibano.

Câmeras de segurança do apartamento registraram DJ Ivis agredindo a ex-esposa na frente da filha de nove meses, da mãe de Pâmella e de um amigo.

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB