Após ‘leve melhora’, papa Francisco tem noite tranquila, diz novo boletim médico

O papa Francisco teve uma noite de sono tranquila e está descansando, de acordo com informações do Vaticano divulgadas no fim da madrugada desta segunda-feira (10), pelo horário de Brasília. Desde o início da internação, em 14 de fevereiro, o Vaticano faz informes diários sobre como foi a madrugada do pontífice.

Na noite de domingo (9), um comunicado apontou uma “leve melhora” do papa, que voltou a ingerir alimentos sólidos e conseguiu acompanhar atividades espirituais da Igreja Católica por videoconferência, informou o Vaticano.

Pela manhã, segundo o comunicado, Francisco recebeu a visita do Cardeal Secretário de Estado Pietro Parolin e do Substituto da Secretaria de Estado, Arcebispo Edgar Peña Parra, e no restante do dia, o pontífice continuou sua terapia, assim como fisioterapia respiratória e motora.

A previsão dos médicos era a de que nesta noite, após usar máscara de oxigenação durante o dia, o papa fizesse uma ventilação mecânica não invasiva. Trata-se de um ventilador usado para empurrar o ar para os pulmões com pressão controlada, facilitando a respiração e reduzindo o esforço dos músculos respiratórios.

No sábado (9), um boletim médico do Vaticano havia afirmado que o pontífice demonstrava uma “boa resposta ao tratamento”.

“As condições clínicas do Santo Padre permaneceram estáveis ​​nos últimos dias e, consequentemente, demonstram uma boa resposta à terapia. Há, portanto, uma melhoria gradual e ligeira”, diz trecho do boletim médico.

Com G1

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB